Amor Perfeito

Amor Perfeito

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CASAMENTO É PARA OS FORTES

Muitas vezes as maravilhas vividas no início de um relacionamento, podem ser um prenúncio de tempos não tão alvissareiros, no futuro.
            Nem sempre, porém, devemos associar a felicidade do presente a algo agourento do futuro.
            Nem sempre isso acontece.
            Mas, enfim, esse preâmbulo serve para fazermos a seguinte pergunta: Por que os homens, nos momentos difíceis, mais que as mulheres, abandonam o lar?
            Ora, para muitos homens, uma doença da esposa já é motivo de abandono. (Onde fica o prometido ‘na saúde, na doença’...?).
            Também há muitos casos em que, quando a mulher tem um filho com alguma deficiência, a primeira atitude do marido é de espanto, de frustração. Depois, vem o abandono...
            São muitos os casos desse tipo em que o marido abandona a esposa e o filho ao mesmo tempo.
            Irresponsabilidade? Incapacidade de assumir fatos avessos à sua rotina? Covardia? Imaturidade?
            Diríamos que é isso tudo junto e, mais ainda, falta de solidariedade humana.
            Melhor que os covardes renunciassem, se conformando com o celibato.
            Pois casamento é para os fortes.

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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: AS AVENTURAS DO BODÃO e
REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA.


terça-feira, 5 de setembro de 2017

INSUPORTÁVEL FELICIDADE

Tem gente que não suporta ser feliz, exatamente: não suporta!
Basta que aconteça alguma coisa boa, na vida dessa pessoa,
para que ela espalhe aos quatro ventos a notícia.
Depois fica reclamando de que de repente tudo mudou
e a felicidade que estava sentindo se foi.
O maior erro de alguém que ganha um baú cheio de ouro,
por exemplo, é querer ostentá-lo.
A chance de perdê-lo é enorme quando se faz isso.
Você pode ser uma pessoa cercada de amigos,
mas nem todos vão ter por você a mesma consideração que você tem por eles.
Sempre vai ter alguém para te colocar para trás, para invejar,
muitas vezes, o pouco que você tem.
Você pode até achar que não tem nada para que sintam inveja de você,
mas muitas vezes o pouco que se tem já é o suficiente para alguns.
Pessoas que não sabem guardar a própria felicidade,
também não vão saber guardar um momento de tristeza
e isso é um prato cheio para os que se alegram com a infelicidade alheia.
Afinal às vezes um episódio triste dá mais repercussão do que um momento feliz.
No geral as pessoas adoram mesmo é contar vantagens e esconder a parte difícil.
É algo do tipo: não importa ter ido de terceira classe a Paris,
o que importa é que se chegou lá e não como se chegou.
Claro que isso é só um exemplo, mas é o que mais acontece.
As pessoas acham lindo ostentar, expor as conquistas,
mas não imaginam o mal que estão fazendo a si.
Gostam de expor principalmente seus relacionamentos,
para mostrar para todo mundo o quanto se é feliz.
Acredito que relacionamento deveria ser tratado como algo muito valioso,
e que não deveria ser usado para se expor.
Muitas vezes a felicidade exibida é uma baita mentira,
que só serve para invejar os pobres de espirito,
que acreditam em tudo o que é mostrado.



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Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros: ETERNAMENTE SOLIDÃO, TEMPERANÇA. EU FALO PORTUGUÊS e AMOR PERFEITO.
BLOGS: MINHAS LINDAS LETRAS >>> www.minhaslindasletras.blogspot.com.br
MINHAS HISTÓRIAS & CRÔNICAS >>> www.historiasecronicasmb.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE


terça-feira, 1 de agosto de 2017

MANIAS

Manias que parecem se revezar ao longo da vida, continuadamente...
Até o dia que vem aquela mania que ninguém suporta.
No decorrer da vida, inicialmente parecemos ser fragmentados, dispersos, inclusive nas manias.
Há, pois, a fase da dispersão; depois a fase que focamos um objetivo, e muitas vezes o conseguimos.
Mas o perigo desse foco é virar uma coisa maçante, cansativa, em que a pessoa só fala — e hoje em dia pode-se dizer —, só posta as mesmas coisas.
Aí, diríamos, já não é mania, é obsessão.
Querer falar só de um assunto para o companheiro, companheira; fazer os amigos ouvirem sempre a mesma coisa...
Os amigos podem até fugir.
Mas e o companheiro, a companheira?
Aí pode ocorrer de a pessoa que está conosco começar a nos evitar, sutilmente de início, sentindo necessidade de outros assuntos, até conosco mesmo, mas já que vê que é impossível, tende a buscar pessoas que falem de outras coisas.
Observando as pessoas, podemos dizer que aquelas que falam só de um assunto parecem mais tristes. Talvez porque notam — mas não admitem —, que os outros fogem delas.
Nas redes sociais, as postagens sobre só um assunto; no WhatsApp coisas repetitivas, cansativas, abordando os mesmos temas. Quem aguenta?
Embora pareça uma tendência — essa do ser humano, de no decorrer do tempo ficar obcecado por um só assunto, — é preciso que nos corrijamos nesse aspecto, antes que nos vejamos abandonados, literalmente.

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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: AS AVENTURAS DO BODÃO,
REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO