Às vezes você acha que deve engolir o jeito de ser da outra pessoa,
só pelo motivo de amá-la muito.
Como quase em todo início de relacionamento,
ambos os lados não tem noção de como a outra pessoa é de fato,
e deixam-se levar somente pelas qualidades da pessoa
e se apaixonando sem limites.
Com o tempo o ”gênio ruim” da pessoa resolve aparecer.
Nem sempre dá para se dar bem com esse gênio
e aí que os conflitos começam.
Você tenta engolir e finge muitas vezes não ver muita coisa.
Se reprime em nome de um sentimento que acredita ser amor.
O pior é que inventa desculpas sem sentido para se enganar,
para se proteger, para fingir não sofrer.
Você insisti em dizer que esse é o jeito da pessoa,
e que se gosta dela tem que aceitá-la como ela é.
Fazendo isso, você esquece-se de você - sim! De você.
Por que somente um lado tem que entender?
Por que somente um lado tem que aceitar?
Relacionamento é uma troca, tudo o que vai tem que voltar.
Não vale a pena ficar aturando aquele ”bendito” jeito de ser da pessoa,
que muitas vezes te irrita mais do que te agrada.
Se a pessoa acha que você tem que engolir os defeitos dela de qualquer maneira,
mas não aceita os seus,
é hora de abandonar esse barco furado e tomar outro rumo.
Essa pessoa não está te fazendo bem.
Basta olhar-se no espelho e sorrir, verá que seu sorriso sairá forçado.
Então nada de ficar com alguém que não queira o seu bem.
______________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
Amor Perfeito
terça-feira, 4 de agosto de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
ATÉ QUE PONTO DEVEMOS FALAR DE UM EX AMOR?
Falar só o indispensável.
Mas a julgar por cada um, esse “indispensável”
pode ser variável de pessoa para pessoa.
Isto posto, surge a pergunta: Até que ponto deve-se mencionar o (a) ex em um novo relacionamento?
Em primeiro lugar, por mais que conheçamos uma pessoa,
não sabemos o grau do ciúme dela
até que surja um fato que o faça eclodir.
Daí que é preciso ter cautela, muito cautela nesse aspecto,
quando iniciamos um novo relacionamento.
Há pessoas que administram bem essa questão,
haja vista que todas as pessoas tiveram relacionamentos anteriores.
Mas a maioria não é assim, principalmente os homens.
O bom senso é então observar a pessoa com quem se está no momento.
Ela por certo sabe que você já teve alguém,
mas talvez prefira não falar nisso.
Respeitemos tal comportamento.
Outras pessoas chegam mesmo a fazer perguntas,
do tipo: Mas por que terminou? Como ela (ele) era?
Também isso é digno de consideração,
mas as pessoas que fazem tais perguntas devem levar em conta
se você é uma pessoa predisposta a falar do seu passado.
Tem isso também: Há pessoas que preferem não citar ninguém do seu passado.
Então como agir?
Em primeiro lugar, devemos pôr em mente que um novo relacionamento
pressupõe uma nova vida,
e que do passado devemos aproveitar tão somente aquilo
que nos fez amadurecer.
E sempre lembrar que cada pessoa é diferente da outra,
e que nós mesmos, baseados em nossas experiências, também mudamos.
E que seja sempre para melhor!
E aí o passado ficará como uma referencial do nosso amadurecimento, tão somente.
Boas lembranças do passado?
Guardemo-las num cantinho intato do nosso ser.
Porque toda pessoa tem o seu cantinho intocável.
_________________________
Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
Mas a julgar por cada um, esse “indispensável”
pode ser variável de pessoa para pessoa.
Isto posto, surge a pergunta: Até que ponto deve-se mencionar o (a) ex em um novo relacionamento?
Em primeiro lugar, por mais que conheçamos uma pessoa,
não sabemos o grau do ciúme dela
até que surja um fato que o faça eclodir.
Daí que é preciso ter cautela, muito cautela nesse aspecto,
quando iniciamos um novo relacionamento.
Há pessoas que administram bem essa questão,
haja vista que todas as pessoas tiveram relacionamentos anteriores.
Mas a maioria não é assim, principalmente os homens.
O bom senso é então observar a pessoa com quem se está no momento.
Ela por certo sabe que você já teve alguém,
mas talvez prefira não falar nisso.
Respeitemos tal comportamento.
Outras pessoas chegam mesmo a fazer perguntas,
do tipo: Mas por que terminou? Como ela (ele) era?
Também isso é digno de consideração,
mas as pessoas que fazem tais perguntas devem levar em conta
se você é uma pessoa predisposta a falar do seu passado.
Tem isso também: Há pessoas que preferem não citar ninguém do seu passado.
Então como agir?
Em primeiro lugar, devemos pôr em mente que um novo relacionamento
pressupõe uma nova vida,
e que do passado devemos aproveitar tão somente aquilo
que nos fez amadurecer.
E sempre lembrar que cada pessoa é diferente da outra,
e que nós mesmos, baseados em nossas experiências, também mudamos.
E que seja sempre para melhor!
E aí o passado ficará como uma referencial do nosso amadurecimento, tão somente.
Boas lembranças do passado?
Guardemo-las num cantinho intato do nosso ser.
Porque toda pessoa tem o seu cantinho intocável.
_________________________
Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
terça-feira, 21 de julho de 2015
MAL-AMADOS
Há quem diga que quem é mal-amado é chato,
ou que quem passa a ser mal-amado fica chato.
Se tornam exibicionistas de coisas inúteis,
que somente os mal-amados conseguem ver.
Por vias das dúvidas, é melhor ficarmos longe
de gente mal-amada e consequentemente mal-humorada.
Só sendo muito amigo da pessoa para aguentar um ser assim,
ou ser outro mal-amado.
O grande problema é que a pessoa mal-amada joga sobre si
toda a carga desse desamor.
Acha que a culpa é dela,
por não conseguir fazer com que o outro a ame da mesma forma.
E o grande mistério disso,
é que por mais que o mal-amado saiba que não é amado,
não consegue deixar a pessoa
que é a causa direta do seu sofrimento.
Pode ser por comodismo, ou por alimentar a ilusão
de que um dia a pessoa irá passar a amá-la.
E muita bobagem para pouco relacionamento.
Quando tem que dar certo não existe tantos obstáculos.
O bom seria se o mal-amado acordasse para a vida
e percebesse que nada vai mudar.
A mudança tem que começar pelo mal-amado,
que pelo que todos percebem não se ama de verdade.
Sejamos sinceros: Gente mal-amada é muito complicada.
E não adianta dar conselhos,
pois ela só aprende depois que “quebra a cara”.
___________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
ou que quem passa a ser mal-amado fica chato.
Se tornam exibicionistas de coisas inúteis,
que somente os mal-amados conseguem ver.
Por vias das dúvidas, é melhor ficarmos longe
de gente mal-amada e consequentemente mal-humorada.
Só sendo muito amigo da pessoa para aguentar um ser assim,
ou ser outro mal-amado.
O grande problema é que a pessoa mal-amada joga sobre si
toda a carga desse desamor.
Acha que a culpa é dela,
por não conseguir fazer com que o outro a ame da mesma forma.
E o grande mistério disso,
é que por mais que o mal-amado saiba que não é amado,
não consegue deixar a pessoa
que é a causa direta do seu sofrimento.
Pode ser por comodismo, ou por alimentar a ilusão
de que um dia a pessoa irá passar a amá-la.
E muita bobagem para pouco relacionamento.
Quando tem que dar certo não existe tantos obstáculos.
O bom seria se o mal-amado acordasse para a vida
e percebesse que nada vai mudar.
A mudança tem que começar pelo mal-amado,
que pelo que todos percebem não se ama de verdade.
Sejamos sinceros: Gente mal-amada é muito complicada.
E não adianta dar conselhos,
pois ela só aprende depois que “quebra a cara”.
___________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
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