Amor Perfeito

Amor Perfeito

terça-feira, 11 de agosto de 2015

INTUIÇÃO FEMININA

Desde garoto o homem já nota esta diferença entre o pai e a mãe.
A mãe parece lhe adivinhar os pensamentos...
Acha esquisito. Conversa com outros garotos, talvez.
E por fim conclui que é porque ela é a sua mãe.
Outros talvez lhe digam, --- minha mãe também é assim.
O tempo passa e este garoto torna-se homem.E ao se relacionar, começa a notar que
intuição não era algo exclusivo de sua mãe, embora nelas pareça bem mais aguçado.
A parceira, ele logo nota, parece saber, por vezes até do pensamento dele ...
Chega a sentir medo dessa mulher!
Com o tempo, nota que outras também têm esse ‘dom’.
Umas mais, outra menos, mas todas têm.
E aí ele vai achando que nem sempre deve concordar
que ela teria acertado em uma opinião em relação a ele,
ou então que ela teria como se “adivinhado pensamentos dele”...
Porque ele acha que se demonstrar isso a ela, poderá ficar vulnerável.
Mas com o tempo, com a convivência,
ele nota que ela vai se tornando para ele como se fosse uma ‘Atena’,
que poderá captar seus pensamentos por vezes, seus pesares, dúvidas etc.
E quando acontece de ela sonhar com algo pelo qual ele está passando,
mas que não comentou com ninguém ...?
Pavoroso, pensa ele, aturdido. Comenta com os amigos, então.
Estes dizem, --- meu caro, a minha também é assim; parece adivinhar tudo,
mas eu não dou “pontos” pra ela, não; senão pensa que é ‘dona de mim’...
(Pensar que podem ser, nesse aspecto, “donas mesmo”... (Risos...)).
Somente um homem pode falar da intuição feminina, como homem.
E somente uma mulher pode falar da intuição feminina, como mulher.
Paradoxo? Não. O homem só acredita depois de receber várias provas.
E mesmo assim não o confessa muitas vezes em público, e talvez poucas vezes a elas.
Quanto à mulher, por vezes se pergunta como pode intuir sobre o seu parceiro,
e não consegue fazer o mesmo em relação a si mesma. E, enquanto ele passa a acreditar piamente,
eis que ela pode começar a duvidar, por vezes, de sua própria intuição.
Paradoxo? Aqui sim.
Enfim, é a secular intuição feminina.

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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.


terça-feira, 4 de agosto de 2015

ESSE SEU "BENDITO" JEITO DE SER

Às vezes você acha que deve engolir o jeito de ser da outra pessoa,
só pelo motivo de amá-la muito.
Como quase em todo início de relacionamento,
ambos os lados não tem noção de como a outra pessoa é de fato,
e deixam-se levar somente pelas qualidades da pessoa
e se apaixonando sem limites.
Com o tempo o ”gênio ruim” da pessoa resolve aparecer.
Nem sempre dá para se dar bem com esse gênio
e aí que os conflitos começam.
Você tenta engolir e finge muitas vezes não ver muita coisa.
Se reprime em nome de um sentimento que acredita ser amor.
O pior é que inventa desculpas sem sentido para se enganar,
para se proteger, para fingir não sofrer.
Você insisti em dizer que esse é o jeito da pessoa,
e que se gosta dela tem que aceitá-la como ela é.
Fazendo isso, você esquece-se de você - sim! De você.
Por que somente um lado tem que entender?
Por que somente um lado tem que aceitar?
Relacionamento é uma troca, tudo o que vai tem que voltar.
Não vale a pena ficar aturando aquele ”bendito” jeito de ser da pessoa,
que muitas vezes te irrita mais do que te agrada.
Se a pessoa acha que você tem que engolir os defeitos dela de qualquer maneira,
mas não aceita os seus,
é hora de abandonar esse barco furado e tomar outro rumo.
Essa pessoa não está te fazendo bem.
Basta olhar-se no espelho e sorrir, verá que seu sorriso sairá forçado.
Então nada de ficar com alguém que não queira o seu bem.

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Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE



terça-feira, 28 de julho de 2015

ATÉ QUE PONTO DEVEMOS FALAR DE UM EX AMOR?

Falar só o indispensável.
Mas a julgar por cada um, esse “indispensável”
pode ser variável de pessoa para pessoa.
Isto posto, surge a pergunta: Até que ponto deve-se mencionar o (a) ex em um novo relacionamento?
Em primeiro lugar, por mais que conheçamos uma pessoa,
não sabemos o grau do ciúme dela
até que surja um fato que o faça eclodir.
Daí que é preciso ter cautela, muito cautela nesse aspecto,
quando iniciamos um novo relacionamento.
Há pessoas que administram bem essa questão,
haja vista que todas as pessoas tiveram relacionamentos anteriores.
Mas a maioria não é assim, principalmente os homens.
O bom senso é então observar a pessoa com quem se está no momento.
Ela por certo sabe que você já teve alguém,
mas talvez prefira não falar nisso.
Respeitemos tal comportamento.
Outras pessoas chegam mesmo a fazer perguntas,
do tipo: Mas por que terminou? Como ela (ele) era?
Também isso é digno de consideração,
mas as pessoas que fazem tais perguntas devem levar em conta
se você é uma pessoa predisposta a falar do seu passado.
Tem isso também: Há pessoas que preferem não citar ninguém do seu passado.
Então como agir?
Em primeiro lugar, devemos pôr em mente que um novo relacionamento
pressupõe uma nova vida,
e que do passado devemos aproveitar tão somente aquilo
que nos fez amadurecer.
E sempre lembrar que cada pessoa é diferente da outra,
e que nós mesmos, baseados em nossas experiências, também mudamos.
E que seja sempre para melhor!
E aí o passado ficará como uma referencial do nosso amadurecimento, tão somente.
Boas lembranças do passado?
Guardemo-las num cantinho intato do nosso ser.
Porque toda pessoa tem o seu cantinho intocável.

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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.