Fato recorrente, é o que acontece
sempre quando alguém inicia um relacionamento
com uma pessoa inadequada em termos de caráter.
(Ou seja, uma pessoa que não presta mesmo!).
Uma pessoa comenta com a outra, a outra com a outra, e assim vai,
mas ninguém parece ter coragem de contar diretamente à pessoa apaixonada.
Todos dizem a mesma coisa,
--- “Ah, apaixonada como está, ela se voltará contra a gente;
está cega de paixão! ”.
Você ‘cega’ de paixão; os amigos, omissos.
Agora, que tudo acabou, ‘os amigos’ dizem,
--- ah, eu já sabia que isso ia acontecer.
Ah, se sabiam, por que não te alertaram?
A cegueira da paixão, um fato.
Os “amigos”, uma incógnita.
___________________________
Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
Amor Perfeito
terça-feira, 8 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
CASAIS QUE SE ATURAM
E depois de algum tempo juntos, a grande paixão desaparece.
Se o amor não for suficientemente forte,
o casal que deveria ficar cada vez mais unido começa por assim se aturar.
Mas será que nunca existiu amor?
Acredito que sim, mas não aquele tipo de amor que topa qualquer parada,
que se está junto nos maus momentos.
Porque tem gente que só ama quando lhe convém.
Quando tudo está bem financeiramente.
Quando o outro faz todas as suas vontades.
Quando tudo parece estar perfeitamente normal.
Casais que se declaravam apaixonados no inicio,
talvez com o passar do tempo, descobriram-se insuficientes no quesito vida a dois.
Um não consegue completar o outro e vice- versa.
Vivem em uma eterna insatisfação de ter que se olharem, conviverem e se falarem.
O marido prefere estar na rua com os amigos no domingo à tarde,
a fazer companhia a sua querida esposa.
O bendito e divertido futebol é sagrado,
mas almoçar com a família parece não mais ser.
O maldito comodismo faz com que o casal continue junto,
mesmo não existindo mais amor, respeito, nem consideração.
De marido e mulher, passam a ser sócios em um negócio que abriu falência
e parece não ter mais jeito.
E o pior dos casais é aquele que se atura, todo mundo percebe,
e mesmo assim posa de casal feliz na rua,
nas redes sociais e para os menos chegados.
Acho que quando chega a esse ponto de forçar a barra para fingir uma felicidade fajuta
é o fim do casal propriamente dito. Muitos vivem de aparências,
mas assim como uma máscara não consegue ficar posta por muito tempo sem cair,
um relacionamento feito de aparências uma hora irá desmoronar.
Então acredito que não valha a pena aturar alguém,
nem por dinheiro, nem por orgulho.
A única coisa nessa vida que vale a pena mesmo é ser feliz!
_____________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
Se o amor não for suficientemente forte,
o casal que deveria ficar cada vez mais unido começa por assim se aturar.
Mas será que nunca existiu amor?
Acredito que sim, mas não aquele tipo de amor que topa qualquer parada,
que se está junto nos maus momentos.
Porque tem gente que só ama quando lhe convém.
Quando tudo está bem financeiramente.
Quando o outro faz todas as suas vontades.
Quando tudo parece estar perfeitamente normal.
Casais que se declaravam apaixonados no inicio,
talvez com o passar do tempo, descobriram-se insuficientes no quesito vida a dois.
Um não consegue completar o outro e vice- versa.
Vivem em uma eterna insatisfação de ter que se olharem, conviverem e se falarem.
O marido prefere estar na rua com os amigos no domingo à tarde,
a fazer companhia a sua querida esposa.
O bendito e divertido futebol é sagrado,
mas almoçar com a família parece não mais ser.
O maldito comodismo faz com que o casal continue junto,
mesmo não existindo mais amor, respeito, nem consideração.
De marido e mulher, passam a ser sócios em um negócio que abriu falência
e parece não ter mais jeito.
E o pior dos casais é aquele que se atura, todo mundo percebe,
e mesmo assim posa de casal feliz na rua,
nas redes sociais e para os menos chegados.
Acho que quando chega a esse ponto de forçar a barra para fingir uma felicidade fajuta
é o fim do casal propriamente dito. Muitos vivem de aparências,
mas assim como uma máscara não consegue ficar posta por muito tempo sem cair,
um relacionamento feito de aparências uma hora irá desmoronar.
Então acredito que não valha a pena aturar alguém,
nem por dinheiro, nem por orgulho.
A única coisa nessa vida que vale a pena mesmo é ser feliz!
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Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
terça-feira, 25 de agosto de 2015
HOMEM VOLÚVEL
Geralmente o homem que não consegue ficar com nenhuma mulher,
ou que tenta ficar com várias ao mesmo tempo,
é aquele tipo que, em vez de agradecer que uma mulher tenha gostado dele,
imagina que só porque uma gostou, todas hão de gostar.
Ou seja, ele não tem nenhuma ou pouca ideia de como é raro
alguém gostar verdadeiramente de outra pessoa.
Então, ele, que costuma banalizar tudo, banaliza os sentimentos também.
A ele não importa se ele gosta.
Importa, isto sim, que gostem dele.
Porque ele se acha --- e tenta se colocar sempre --- como o centro das atenções.
Ele não vê a companheira como alguém que o ama.
No íntimo, prefere vê-la como se ela fosse uma fã, tão somente.
E ele, que se sente um ídolo, precisa de fãs, muitas fãs...
Ou seja, ele, por si mesmo, se acha um personagem.
E importante! E tenta se passar como tal.
E personagens são fiéis somente enquanto protagonistas de uma cena.
Cena...
Assim, ele tenta encarar a vida como se fosse um Palco;
ele, o protagonista; elas, as fãs.
E assim a vida segue, o tempo passa, até que um dia ele cai em si.
Mas, geralmente, já é tarde para assumir a si mesmo,
desfazer-se do ‘personagem’ importante que a si mesmo atribuiu.
E aí pode se sentir um ser desprezível, ridículo, aliás, o que sempre foi.
Só ele que não se dava conta.
____________________________
Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
ou que tenta ficar com várias ao mesmo tempo,
é aquele tipo que, em vez de agradecer que uma mulher tenha gostado dele,
imagina que só porque uma gostou, todas hão de gostar.
Ou seja, ele não tem nenhuma ou pouca ideia de como é raro
alguém gostar verdadeiramente de outra pessoa.
Então, ele, que costuma banalizar tudo, banaliza os sentimentos também.
A ele não importa se ele gosta.
Importa, isto sim, que gostem dele.
Porque ele se acha --- e tenta se colocar sempre --- como o centro das atenções.
Ele não vê a companheira como alguém que o ama.
No íntimo, prefere vê-la como se ela fosse uma fã, tão somente.
E ele, que se sente um ídolo, precisa de fãs, muitas fãs...
Ou seja, ele, por si mesmo, se acha um personagem.
E importante! E tenta se passar como tal.
E personagens são fiéis somente enquanto protagonistas de uma cena.
Cena...
Assim, ele tenta encarar a vida como se fosse um Palco;
ele, o protagonista; elas, as fãs.
E assim a vida segue, o tempo passa, até que um dia ele cai em si.
Mas, geralmente, já é tarde para assumir a si mesmo,
desfazer-se do ‘personagem’ importante que a si mesmo atribuiu.
E aí pode se sentir um ser desprezível, ridículo, aliás, o que sempre foi.
Só ele que não se dava conta.
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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
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