Muitos são os que acreditam em amor à primeira vista.
Dizem que já foram flechados por algo do tipo,
e afirmam com todas as letras que existe mesmo essa forma de amor.
Não discordo que uma pessoa se apaixone à primeira vista,
que sinta atração, mas amor?
O amor pode nascer com o tempo,
mas dizer que amou uma pessoa assim que a viu? Eu discordo.
Como alguém pode amar outra pessoa que acabou de conhecer?
Nos dias atuais valores estão sendo invertidos.
Muita coisa está errada, e uma delas é o fato de confundir amor com paixão.
Amor é um sentimento tão profundo, tão bonito.
Acho que não se deve dizer que ama alguém por dizer.
Amor é para ser de verdade.
É impressionante, os casais que trocam declarações profundas de amor,
com apenas uma semana de namoro.
Amar alguém vai muito além de querer estar perto, de beijos e abraços calorosos.
Amar significa troca, empatia, admiração.
É querer seguir em frente mesmo nos momentos de dificuldade.
A paixão acaba. O amor é duradouro.
Antes de dizer que ama alguém tenha certeza disso.
Como? Você saberá...
_____________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
Amor Perfeito
terça-feira, 15 de setembro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
AMIGOS OMISSOS
Fato recorrente, é o que acontece
sempre quando alguém inicia um relacionamento
com uma pessoa inadequada em termos de caráter.
(Ou seja, uma pessoa que não presta mesmo!).
Uma pessoa comenta com a outra, a outra com a outra, e assim vai,
mas ninguém parece ter coragem de contar diretamente à pessoa apaixonada.
Todos dizem a mesma coisa,
--- “Ah, apaixonada como está, ela se voltará contra a gente;
está cega de paixão! ”.
Você ‘cega’ de paixão; os amigos, omissos.
Agora, que tudo acabou, ‘os amigos’ dizem,
--- ah, eu já sabia que isso ia acontecer.
Ah, se sabiam, por que não te alertaram?
A cegueira da paixão, um fato.
Os “amigos”, uma incógnita.
___________________________
Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
sempre quando alguém inicia um relacionamento
com uma pessoa inadequada em termos de caráter.
(Ou seja, uma pessoa que não presta mesmo!).
Uma pessoa comenta com a outra, a outra com a outra, e assim vai,
mas ninguém parece ter coragem de contar diretamente à pessoa apaixonada.
Todos dizem a mesma coisa,
--- “Ah, apaixonada como está, ela se voltará contra a gente;
está cega de paixão! ”.
Você ‘cega’ de paixão; os amigos, omissos.
Agora, que tudo acabou, ‘os amigos’ dizem,
--- ah, eu já sabia que isso ia acontecer.
Ah, se sabiam, por que não te alertaram?
A cegueira da paixão, um fato.
Os “amigos”, uma incógnita.
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Autor: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor dos livros: REFLEXÕES DE UM SUJEITO À TOA e
TODA FEMINISTA TEM UM MACHÃO NO CORAÇÃO.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
CASAIS QUE SE ATURAM
E depois de algum tempo juntos, a grande paixão desaparece.
Se o amor não for suficientemente forte,
o casal que deveria ficar cada vez mais unido começa por assim se aturar.
Mas será que nunca existiu amor?
Acredito que sim, mas não aquele tipo de amor que topa qualquer parada,
que se está junto nos maus momentos.
Porque tem gente que só ama quando lhe convém.
Quando tudo está bem financeiramente.
Quando o outro faz todas as suas vontades.
Quando tudo parece estar perfeitamente normal.
Casais que se declaravam apaixonados no inicio,
talvez com o passar do tempo, descobriram-se insuficientes no quesito vida a dois.
Um não consegue completar o outro e vice- versa.
Vivem em uma eterna insatisfação de ter que se olharem, conviverem e se falarem.
O marido prefere estar na rua com os amigos no domingo à tarde,
a fazer companhia a sua querida esposa.
O bendito e divertido futebol é sagrado,
mas almoçar com a família parece não mais ser.
O maldito comodismo faz com que o casal continue junto,
mesmo não existindo mais amor, respeito, nem consideração.
De marido e mulher, passam a ser sócios em um negócio que abriu falência
e parece não ter mais jeito.
E o pior dos casais é aquele que se atura, todo mundo percebe,
e mesmo assim posa de casal feliz na rua,
nas redes sociais e para os menos chegados.
Acho que quando chega a esse ponto de forçar a barra para fingir uma felicidade fajuta
é o fim do casal propriamente dito. Muitos vivem de aparências,
mas assim como uma máscara não consegue ficar posta por muito tempo sem cair,
um relacionamento feito de aparências uma hora irá desmoronar.
Então acredito que não valha a pena aturar alguém,
nem por dinheiro, nem por orgulho.
A única coisa nessa vida que vale a pena mesmo é ser feliz!
_____________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
Administradora no Grupo STAND DO AUTOR e RODA DE POESIA
e na página AMOR, POESIA & SAUDADE
Se o amor não for suficientemente forte,
o casal que deveria ficar cada vez mais unido começa por assim se aturar.
Mas será que nunca existiu amor?
Acredito que sim, mas não aquele tipo de amor que topa qualquer parada,
que se está junto nos maus momentos.
Porque tem gente que só ama quando lhe convém.
Quando tudo está bem financeiramente.
Quando o outro faz todas as suas vontades.
Quando tudo parece estar perfeitamente normal.
Casais que se declaravam apaixonados no inicio,
talvez com o passar do tempo, descobriram-se insuficientes no quesito vida a dois.
Um não consegue completar o outro e vice- versa.
Vivem em uma eterna insatisfação de ter que se olharem, conviverem e se falarem.
O marido prefere estar na rua com os amigos no domingo à tarde,
a fazer companhia a sua querida esposa.
O bendito e divertido futebol é sagrado,
mas almoçar com a família parece não mais ser.
O maldito comodismo faz com que o casal continue junto,
mesmo não existindo mais amor, respeito, nem consideração.
De marido e mulher, passam a ser sócios em um negócio que abriu falência
e parece não ter mais jeito.
E o pior dos casais é aquele que se atura, todo mundo percebe,
e mesmo assim posa de casal feliz na rua,
nas redes sociais e para os menos chegados.
Acho que quando chega a esse ponto de forçar a barra para fingir uma felicidade fajuta
é o fim do casal propriamente dito. Muitos vivem de aparências,
mas assim como uma máscara não consegue ficar posta por muito tempo sem cair,
um relacionamento feito de aparências uma hora irá desmoronar.
Então acredito que não valha a pena aturar alguém,
nem por dinheiro, nem por orgulho.
A única coisa nessa vida que vale a pena mesmo é ser feliz!
_____________________
Escritora
Mariana Borges
Autora dos livros de poesia: ETERNAMENTE SOLIDÃO e TEMPERANÇA.
BLOG: minhaslindasletras.blogspot.com.br
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